Bom dia, amigos. Graças as suas visitas tão importantes para mim, nosso blog alcançou um nível de visitação que tornou excessivo anunciá-las de mil em mil. Que bom! Mas, à fim de não me tornar maçante ou pretensiosa, vou deixar de fazê-lo com tanta frequência. Esporádicamente continuarei compartilhando com vocês essa alegria e esse agradecimento traduzido em números, mas não no mesmo ritmo. Mas não se enganem: continuarei comemorando dia-a-dia cada visitante que me dá a honra de dividir comigo todos os frutos de minha pesquisa e de minha paixão pela história, principalmente pela NOSSA história. Continuem sempre bem vindos! E um grande abraço a todos!
Sejam todos muito bem vindos! Pretendo que seja aqui o nosso novo espaço de pesquisa, troca de idéias e informações.E não deixe de ler meu livro "DOUSSEAU: ENTER - FRANCESES NO IMPÉRIO DO CAFÉ".Você vai gostar! Abraços!
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sexta-feira, 29 de agosto de 2014
sexta-feira, 15 de agosto de 2014
quinta-feira, 14 de agosto de 2014
MARIA (DOUSSEAU) DE SOUZA DUTRA (MARIINHA)
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| FONTE: FAMÍLIA SOUZA DUTRA |
No último sábado, dia 09-08-2014, comemoramos na Igreja de BOM JESUS DOS MACHADOS, os 90 anos de MARIINHA. Prima mais velha de minha mãe, filha primogênita de MARIQUINHA e ARLINDO e primeira neta de ANNET e SUZANNA DOUSSEAU. (Ilustra nosso livro, na página 66, ao lado de seus pais, sua irmã SUZANNA e minha avó MERITA). A data foi muito aguardada por mim. Tanto pela perspectiva de enfim conhecê-la quanto pela deliciosa expectativa de rever primas e primos queridos de minha mãe que eu não via a muitos e muitos anos. Mas, infelizmente, o tempo de Deus está escrito sempre muito antes de termos lido. Por isso, soubemos no local, instantes antes, que a Missa que seria celebrada em comemoração da data não contaria com a presença da aniversariante, que encontrava-se internada em SÃO JOÃO NEPOMUCENO, tratando de uma pneumonia. Então, o sentido daquela celebração ampliou-se em muito, pois embora ausente, estavam ali presentes, em nossas memórias e corações, não só MARIINHA, como também ALMIRA. No meu coração, estavam também VALTENCIR e MANINHO. Todos levados tão recentemente do nosso convívio.
Infelizmente ontem, dia 13-08-2014, chegou-me a notícia de seu falecimento. Façamos então dessa postagem um outro tipo de celebração: a do renascimento. Para aquela vida da qual todos nós um dia viemos cumprir nessa terra o papel que nos era destinado. MARIINHA cumpriu o seu. Que seja recebida com a festa que merecia ter aqui, dessa vez ao lado de todos os nossos queridos que a antecederam.
Aos seus 10 filhos, 16 netos e 9 bisnetos, meu carinho e todo meu respeito.
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| APÓS A MISSA, EM FRENTE À IGREJA DE BOM JESUS DOS MACHADOS |
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| AQUI VEMOS OS FILHOS E FILHAS DE MARIINHA, QUE TÃO ATENCIOSA E CARINHOSAMENTE RECEBERAM A TODOS NÓS. |
sábado, 2 de agosto de 2014
quarta-feira, 23 de julho de 2014
terça-feira, 22 de julho de 2014
DO RIO À MINAS, DE TREM, NO SÉCULO XIX
Vêm de muito tempo minhas dúvidas sobre como nossos bisavós e todos os seus companheiros perigordinos teriam conseguido chegar de trem à BICAS, vindos do RIO DE JANEIRO em setembro de 1885. Eram os primórdios da ferrovia em nosso trecho de ZONA DA MATA. A estação carioca da LEOPOLDINA ainda não existia e a D.PEDRO II não servia nossa pequena cidades e suas vizinhas. Exceto JUIZ DE FORA que, por seu lado, não tinha ramal algum que a ligasse a BICAS.
Pesquisa daqui, conversa dali, lê d'acolá... alguma luz foi despontando aos poucos. Luz essa para a qual muito colaborou meu irmão AMARILDO, inveterado estudioso das ferrovias e pequenos ramais que desde sempre serviram à ZONA DA MATA mineira.
Várias referências ao tema foram feitas aqui, nesse mesmo blog. Veja a listagem abaixo, se deseja enriquecer sua leitura sobre essa questão.
Mas foi num livro estrangeiro, publicado em PARIS em 1912, que encontrei a confirmação definitiva de minhas últimas informações. E até as enriqueci um pouquinho. O livro chama-se "AU BRÉSIL" . O autor é PAUL WALLE, encarregado de pesquisas no BRASIL pelo MINISTÉRIO DO COMÉRCIO francês. Com prefácio de M.E.LAVASSEUR. Na verdade, trata-se de uma coleção, onde vários estados brasileiros foram contemplados com um volume especial. O que nos trouxe as preciosas informações acima citadas e que veremos abaixo é o Volume chamado "ÉTAT DE RIO DE JANEIRO".
Vejamos então. Os dois trechos que nos interessam estão nas páginas 7 e 8 do dito livro.
IV- A cidade de Petrópolis, a mais importante do Estado, se encontra a duas horas e meia do Rio de Janeiro e a 750 metros de altitude, nos meios dos altos vales da serra da Estrela; para chegar lá atravessa-se a baía de vapor. Esse parte da Prainha, na extremidade da Avenida Central, depois passa ao lado de um grande número de ilhas das quais a enumeração seria muito longa; depois de ter deixado à direita a ilha de Paquetá, a pequena bonita ilha da Pedra Rachada, desembarca-se em Mauá, para tomar sobre o mesmo cais a estrada de ferro, a primeira que foi construída no Brasil. Chega-se ao pé da montanha depois de uma meia-hora de "corrida" em meio a um emaranhado de arbustos, de árvores e de cipós de todos os tamanhos e formas. Depois,
tendo mudado de locomotiva, o trem engrena sobre uma via à cremalheira e opera a ascensão da Serra dos Órgãos, deixando entrever aos viajantes as belezas da baía e as de uma vegetação incomparável. Pode-se chegar à Petrópolis por via de terra. É necessário então ir tomar a estrada de ferro no bairro de São Francisco, no meio da linha "Central", ou pelo bonde de Vila Isabel e Engenho Novo. Entretanto o meio mais cômodo é aquele que utiliza a via marítima. As saídas não são frequentes, as pessoas que habitam Petrópolis tendo suas ocupações no Rio deixam essa cidade às 4 horas da tarde para voltar somente no dia seguinte, pelo trem que sai de Petrópolis às 7 e 1/4 e chega às 10hs. O turista que parte do Rio pode tomar um trem que parte da Prainha às 6 e 1/2. O preço da viagem antigamente era muito caro. Hoje não custa mais que 8 mil réis ida e volta; aos domingos e feriados, há trens de excursão pelo preço de 5 mil réis ida e volta.
Devemos observar que é provável que as opções levantadas no segundo trecho acima muito provávelmente ainda não existiam em 1885. De qualquer forma, certamente não seria a melhor escolha para quem chegou da FRANÇA de navio, hospedou-se por pouco tempo na ILHA DAS FLORES, na BAÍA DE GUANABARA e precisava tomar o rumo de BICAS. Sendo assim, tomo como certo que o primeiro trecho descreve muito bem e com algumas minúcias a realidade desse trecho da viagem de nossos bisavós que, de ponta à ponta, foi verdadeiramente uma epopéia.
Mais no blog: PÁGINA PRINCIPAL: "E OS PRIMEIROS TRILHOS LEVAM À MINAS" de 09/01/2014.
"PORTO E FERROVIA-MEMÓRIA PRESERVADA
NA GAMBOA" de 13/10/2012.
DOCUMENTOS ANTIGOS: 111 e 112
FOTOS ANTIGAS: 129
segunda-feira, 7 de julho de 2014
36.000 VISITAS
POR ALGUM MOTIVO QUE AINDA NÃO IDENTIFIQUEI, NÃO TENHO CONSEGUIDO RESPONDER AOS COMENTÁRIOS E PERGUNTAS QUE ME SÃO ENVIADAS NOS COMENTÁRIOS DAS VÁRIAS PÁGINAS DESSE BLOG. POR ISSO PEÇO QUE VOCÊ DEIXE SEU E-MAIL PUBLICADO, À FIM DE QUE EU POSSA RETORNAR COM TODA ATENÇÃO QUE VOCÊ, LEITOR, MERECE. ABRAÇOS!
terça-feira, 1 de julho de 2014
segunda-feira, 16 de junho de 2014
quinta-feira, 5 de junho de 2014
quarta-feira, 4 de junho de 2014
NOTA DE FALECIMENTO
É com muito pesar que venho, mais uma vez, a terceira em tão pouco tempo, notificar o falecimento de um primo tão querido! Aconteceu no dia 03-06, em Bicas. ÉDSON (DOUSSEAU) DA COSTA, nosso MANINHO, era filho de FRANCISCA GUILHERMINA DOUSSEAU (tia NINI) e ELPÍDIO DA COSTA. FRANCISCA era filha de ANNET e SUZANNA DOUSSEAU. Sempre voltarei a repetir que, com o correr dos anos durante os quais fiz minhas pesquisas que deram origem ao nosso livro, o maior de todos os presentes que a vida me deu foi resgatar laços de há muito perdidos. ENY, esposa de MANINHO, foi de uma gentileza extrema ao iluminar meus primeiros passos no conhecimento dos filhos e netos de ANNET e SUZANNA. Através dela cheguei à muito querida e até então desconhecida (para mim!) FATINHA, filha de nossa tia LUZIA DOUSSEAU FILGUEIRAS. E cheguei também a JOSÉ MANDRAL, primo até então desconhecido de minha avó, pois era sobrinho de SUZANNA. WANTUIL, filho de MANINHO, foi meu colega de turma no nosso querido LICEU. E o próprio MANINHO... do qual já falo com muita saudade. Visitou-me algumas vezes na casa de meu irmão AMARILDO, em minhas viagens à BICAS. Mas guardarei até o fim dos meus dias a lembrança de sua emoção indisfarçável ao ter finalmente em suas mãos o livro enfim escrito com a história de nossa família. Da qual ele tão honrosamente fez parte. Obrigada, MANINHO. Por haver cruzado tardiamente meu caminho, mas deixando nele marcas tão profundas. Que Deus o receba com as porteiras abertas. Como você fez conosco em seu SÍTIO DAS ARARAS (como era no tempo de ANNET...), nos MACHADOS. Para sua esposa ENY, seus filhos, nora, netas e bisneta, meu abraço mais carinhoso e respeitoso. Você jamais será esquecido. Porque sua passagem pela vida, assim como a de ALMIRA e VALTENCIR foi registrada. E por isso me ter sido permitido agradecerei para sempre a DEUS.
quinta-feira, 29 de maio de 2014
quarta-feira, 21 de maio de 2014
GONÇALVES DE MORAES x ARRUDA CÂMARA
Tempos atrás, ao receber de FABRICIO MARTINS, de MARIPÁ, o maravilhoso presente que foi para nós, descendentes perigordinos, as duas únicas e preciosas fotos da FAZENDA MONTE CRISTO que até o momento possuímos, trocamos alguns e-mails e pairou uma dúvida sobre qual seria a filha de JOAQUIM JOSÉ GONÇALVES DE MORAES que veio a se tornar a primeira esposa (a segunda é da família TEMPONI) do CORONEL ARRUDA CÂMARA, proprietário da FAZENDA SANTANA, em ARGIRITA, que, na época, chama-se RIO PARDO DO LEOPOLDINA.
O que venho trazer para vocês hoje é a reprodução de uma postagem na excelente página "HISTÓRIA DO CAFÉ NO BRASIL IMPERIAL", oriunda do site abaixo indicado do nosso prezadíssimo ALOYSIO CLEMENTE BREVES BEILER. Essa postagem foi a confirmação de todas as pesquisas que eu havia feito anteriormente, e apontavam nessa direção, isto é: havia uma profunda ligação entre as fazendas MONTE CRISTO e SANTANA. Desconheço à fundo a região onde as mesmas se localizam, mas posso apostar que apresentam continuidade territorial. E foi aí, nesse enorme latifúndio familiar, que se instalou FIRMIN FRANÇOIS ALIBERT como administrador/proprietário e, anos depois, os imigrantes perigordinos, contratados para a lavoura do café.
A primeira esposa do CORONEL ARRUDA CÂMARA, e que não deixou herdeiros, foi RITA DOLORES DE MORAES, uma dos onze filhos do COMENDADOR JOAQUIM JOSÉ GONÇALVES DE MORAES. É preciso paciência e boa vontade para compreender as genealogias antigas, onde os nomes se repetem geração após geração e o casamento intrafamiliar era quase uma norma.
Vamos ao texto em questão:
GENEALOGIA ARRUDA CÂMARA:
Filho 1 - Ana Elizabeth de Arruda Câmara, casada com Mário Ferreira da Costa. O casal reside em Bicas/MG e tem dois filhos:
FONTE (TEXTO E FOTO): www.brevescafe.xpg.com.br/
O que venho trazer para vocês hoje é a reprodução de uma postagem na excelente página "HISTÓRIA DO CAFÉ NO BRASIL IMPERIAL", oriunda do site abaixo indicado do nosso prezadíssimo ALOYSIO CLEMENTE BREVES BEILER. Essa postagem foi a confirmação de todas as pesquisas que eu havia feito anteriormente, e apontavam nessa direção, isto é: havia uma profunda ligação entre as fazendas MONTE CRISTO e SANTANA. Desconheço à fundo a região onde as mesmas se localizam, mas posso apostar que apresentam continuidade territorial. E foi aí, nesse enorme latifúndio familiar, que se instalou FIRMIN FRANÇOIS ALIBERT como administrador/proprietário e, anos depois, os imigrantes perigordinos, contratados para a lavoura do café.
A primeira esposa do CORONEL ARRUDA CÂMARA, e que não deixou herdeiros, foi RITA DOLORES DE MORAES, uma dos onze filhos do COMENDADOR JOAQUIM JOSÉ GONÇALVES DE MORAES. É preciso paciência e boa vontade para compreender as genealogias antigas, onde os nomes se repetem geração após geração e o casamento intrafamiliar era quase uma norma.
Vamos ao texto em questão:
GENEALOGIA ARRUDA CÂMARA:
Antônio de Arruda Câmara, nascido por
volta de 1875, na Vila de Itatuba Coronel Francisco -
INGÁ/PB (antiga Vila de Cachoeira de Cebolas), proprietário rural e fazendeiro
nos municípios de Leopoldina e Bicas, Minas Gerais, especificamente na Vila de Maripá,
em Bicas/MG, Fazenda Santana. Construiu na Fazenda de Santa Rita a igreja de
Santa Rita.Era cafeicultor e criador. Casou-se em primeiras núpcias, com
Rita de Moraes Câmara (Dona Ritoca), viúva, filha do Comendador Francisco
Gonçalves de Moraes e CECÍLIA BREVES DE MORAES e em segundas núpcias com
Manoela Temponi, filha de Vicente Temponi
e Maria Temponi. Não houve filhos do primeiro matrimônio e do segundo houve uma
filha:
Filho 1 - Ana Elizabeth de Arruda Câmara, casada com Mário Ferreira da Costa. O casal reside em Bicas/MG e tem dois filhos:
Netos1 a 2 - Francisco José e Vicente
de Paula.
Este levantamento foi feito entre 1950
e 1960 pelo primo em 1º grau de meu bisavô, Antônio de Arruda Câmara, e a
informação é fidedigna, pois este Coronel era irmão deste Antônio. Além disso,
temos o seguinte artigo:
"Maripá de Minas comemorou seus 38
anos de emancipação política administrativa, dia 1º de março, uma grande
conquista para a época, sem missa em ação de graças ou reunião na Câmara
Municipal. Os tempos passaram e com os anos se foram ilustres políticos da
terra dos guaianim, ou sejam índios sem nação, como por exemplo Bertholdo
Machado, Major Necésio Silva, Cel. Quintino, Cel. Arruda Câmara, Cel. Retto e o
Capitão Xixico Guimarães. Vamos mais além até o Major Delfino da Costa
Carvalho, casado com D. Florência, da tradicional família dos Ferreiras, de
Portugal e deste casal nasceu a filha Bebela a qual contraiu núpcias com o
libanês José Waldy Augusto, este um chamado à época "rei do café". Junto a estes líderes políticos da época ressalto
ainda a figura do Cel Arruda Câmara, casado com D. Ritoca, filha do comendador
Moraes, motivo das principais divergências da terra naquela época, quando tudo partia da Fazenda
Santana. Assim poderia ser resumida a vida política
maripaense, perdão, da terra do Curato de São Sebastião de Maripá, nome
original do atual município, nunca jamais Córrego do Meio, como desejam alguns,
até mesmo historiadores famosos, basta consultar os livros do Cartório de Paz e
verificar que em 1810 assim já era designada esta terra. Quanto a Domingos
Antônio de Oliveira, doador das terras para a Capela de São Sebastião, isso
fica por obra e graça dos encargos fiscais da época e dos distribuidores das
patentes."
Estamos falando da mesma pessoa. Este
artigo foi tirado de um Site (comemoração aos 38 anos de Emancipação de Maripá
de Minas/MG), o qual não me recordo agora. Se tiver alguma informação a
acrescentar agradeço!
Esclarecimentos Genealógicos:
Dona Ritóca ou Rita Dolores de Moraes é
filha do Comendador Joaquim José Gonçalves de Moraes (filho do barão de Piraí
José Gonçalves de Moraes e Cecília Pimenta de Almeida Frazão de Souza Breves,
baronesa de Piraí), portanto, neta do capitão-mór José de Souza Breves.
Joaquim José Gonçalves de Moraes, Comendador,
n. 5 nov 1811, + 29 set 1886 casado com sua prima-irmã Cecília Pimenta de
Almeida Breves (mesmo nome da baronesa de Piraí). Pais de:
- Maria Clara Gonçalves de Moraes
- Emiliana de Moraes
- Leopoldo Gonçalves de Moraes
- Luiza Clara Gonçalves de Moraes
- Cecília de Moraes
- José Gonçalves de Moraes
- Joaquim José Gonçalves de Moraes
- Francisco Gonçalves de Moraes (dr. Chiquinho)
- Eugênia Luiza de Moraes
- Rita Dolores de Moraes (Ritóca)
- Clara de Moraes
E assim enfim podemos estar certos de que os Breves passaram por nossa região na Zona da Mata Mineira (Bicas, Guarará, Maripá, Argirita...) e ali fizeram história, ainda que quase que COMPLETAMENTE esquecida.
Para mais detalhes, navegue aqui mesmo por esse blog, e encontrará fotos, relatos e documentos que corroboram esse fato.
terça-feira, 13 de maio de 2014
domingo, 27 de abril de 2014
sábado, 26 de abril de 2014
NOTA DE FALECIMENTO
Queridos primos... Sinto muito ter que voltar aqui em tão pouco tempo para anunciar o falecimento de um dos nossos queridos primos/tio DOUSSEAU. Dessa vez, trata-se de VALTENCIR DOUSSEAU, um dos poucos entre nós que viveu até o fim nos MACHADOS. Ao lado de sua esposa, INÁ. Ao tempo em que lá estive, vivia também com seu filho, LUIS, nora e neto. São das melhores as lembranças que guardo daquelas poucas horas passadas com esses dois seres tão doces quanto VALTENCIR e INÁ. Não tenho ainda maiores informações a dar. Mas creio que poderemos já de agora, todos nós, rezar por ele e por sua família mais próxima. Receba, VALTENCIR, todo nosso carinho e consideração. Para sempre!
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| FONTE: ÁLBUM DE FAMÍLIA |
quarta-feira, 16 de abril de 2014
quinta-feira, 3 de abril de 2014
domingo, 23 de março de 2014
NOTA DE FALECIMENTO
É já com saudades que venho comunicar a toda família DOUSSEAU o falecimento de ALMIRA DOUSSEAU DE SOUZA, filha de ARLINDO FLORENTINO DE SOUZA e de MARIA DOUSSEAU DE SOUZA. Nossas próximas idas aos MACHADOS, onde morava com a irmã SEBASTIANA (TIANA), seu sobrinho SILVINHO e a esposa deste, deixará a todos nós na falta de seus lindos e tão expressivos olhos azuis, que foram contemplar outras paragens. Que nosso carinho seja contado na lista de seus merecimentos. Obrigada pelo tempo que desfrutamos de sua companhia entre nós!
FOTOS: ÁLBUM DE FAMÍLIA e ARQUIVOS PESSOAIS
sábado, 8 de março de 2014
27.000 VISITAS!
Como sempre... muito obrigada! Voltem sempre! E não deixem de visitar todas as páginas, para estar sempre a par das novidades que são publicadas quase diáriamente. Sejam sempre bem vindos!
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